A humanidade capricha nas suas tradições, nos seus valores e crenças do que verdadeiramente é bom conquistar na vida. Quando éramos crianças nossas mães embalavam nossos sonhos parafraseando contos de fadas, transferindo histórias contadas pelos seus pais e cantando musicas tradicionalistas. Na fase adulta, lembramos delas como jóias únicas, e a tendência é fazermos o mesmo pelos nossos filhos. Quão bom é soar na nossa mente e correr pelo nosso peito, aquela junção de amor, afeto e segurança que tínhamos, incondicionalmente? Aqueles conselhos incontestáveis e repreensões inesquecíveis, que de vez em quando clareiam nossas idéias e nos movimentam, comprovam que ainda surtem efeitos.
A história antecipa que um dia, casaremos, daremos seqüência a nossa família gerando filhos e vivendo felizes para sempre. Mesmo assim, existem algumas pessoas consideradas exceções, que insistem em fazer diferente, inovar talvez, e que descobrem tarde ou se sentem ultrapassadas no tempo, o sentido desse fluxograma. A verdade é que no fundo, queremos experimentar o sentimento que toma o ser daquelas pessoas que promulgaram lágrimas, enquanto juravam amor eterno, à pessoa que compreendeu os seus sentimentos.
Termos um comportamento comum a todos e descrito mundialmente, dificilmente faria de nós seres comuns, mas sim, dignos de dar continuidade a nossa geração e de pregarmos verdadeiramente o amor. Quantos mais além da minha pessoa renderam-se a esse processo simples e pré-histórico, delineado? As conseqüências de sorrirmos sozinhos, não poderão em hipótese alguma, serem comparadas as do riso a dois.
Enfim sós! Soa a realização de um sonho inocente, de nossos avôs, pais e amigos, e que compartilhamos com todo o prazer do mundo, o fato de estarmos realizados.
Case-se! Troque alianças, compartilhe dias, comemore feitos, brinde com os sucessos, divida segredos e comece quantas vezes for preciso. Comemore e compartilhe o lado bom da vida.










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