Segredo meu ou seu?
Incrível o quanto é difícil de entendermos isso na vida, um segredo meu não é seu e um seu nunca será meu, para que eu ou você possa confidenciá-lo a outra pessoa. O mais incrível é que sabemos o quanto as pessoas são movidas a sentimentos momentâneos e que hoje pode ser que tenhamos alguém maravilhoso que nos entenda e não julga as nossas perversidades, dores, loucuras, desejos e aquela coisa toda que não queremos que o mundo saiba. Mas amanhã essa mesma pessoa pode ter outros interesses (e terá), tornando a amizade construída e a confiança em algo desnecessário para o novo momento da sua jornada e conta nossos segredos.
A facada é grande no peito, afinal quando nos entregamos com sinceridade a alguém nunca esperamos o pior dela. Logo gostamos um do outro pelas qualidades e não pelos defeitos, esses a gente até finge que não sabe.
E ficamos sem entender o que fazer depois de uma quebra de encanto tão forte. Será que devemos confiar em outra pessoa novamente? É obvio que sim! Porém com uma pequena parcela de precaução, conta-se apenas o que não corremos o risco de sair magoados caso venha à tona. Aqueles segredos “cabeludos” é melhor contar a si próprio até cansar e por fim esquecer naquele labirinto da mente. São poucos os momentos em que nos deparamos com eles novamente na vida.
Agora se precisamos nos abrir a alguém para colher um ótimo conselho, o melhor é estudar o seu currículo de amizades e bem feitorias aos mesmos, se não encontrarmos a preferência é desistir. Mas se mesmo assim a necessidade é extravagante, vale lembrarmo-nos de que ninguém tem a melhor resposta do que nós mesmos. Avaliando bem é um passa tempo, um cafezinho pra relaxar e perceber que os outros também têm problemas e os nossos são pequenos comparados com os que se ouve por aí.
Uma boa pedida nessa hora é dar um tempo, relaxar a mente, esfriar a cabeça, viajar, se afastar da rotina e logo a solução está em nossas mãos. Não precisamos fazer tudo isso ao mesmo tempo, mas uma de cada vez. Somos capazes de mover o mundo, imagine se um espinho na nossa alma é capaz de nos deter… Nem aqui, nem na China!
Quando descrevemos um problema que nos acontece na terceira pessoa do singular, ele ou ela, vendo o problema de fora e contando a uma quarta pessoa imaginária que não está envolvida, se tem uma visão totalmente diferente. De certa forma nos aconselhamos de tal maneira que não poderá ter nenhum outro que supere.
Exemplo!
Fato: Eu Ângela ganhei um anel junto com um pedido de namoro do Bruno. Agora não sei o que fazer, preciso de ajuda.
Descrevendo: Ana, acredita! A Ângela que não sabe o que quer da vida nesse momento ganhou um anel do Bruno que ela está conhecendo ainda e ele a pediu em namoro. Qual é a sua opinião sobre o que ela deve fazer? O que ela vai ter de positivo e negativo caso aceite ou não o seu pedido? Seja sincera Ana, você é minha amiga e sempre me deu força nas minhas decisões mais importantes. Sei que sabe o que é melhor pra Ângela!
Uma excelente forma de não contar a ninguém e decidirmos sozinhos o que vai acontecer na vida de quem realmente importa: Nós!
Somos incríveis e a maior farmácia do mundo está em nosso interior. Que não nos sintamos envergonhados de entrar nela. Não custa nada!
Combinado?




Oi Ana.
Adorei… hehehe e obrigada!
Bjão
oi ana.. bah voltando aki no seu lindo blog! bem quanto a contar um segredo a alguem ou nao, cabe a nós decidir o q é melhor a nós mesmos, mas quando temos akele amigo ou amiga de muitos anos e confiamos nessa amizade é uma forma de terapia pra gente contar para alguem que amamos e confiamos. mas a decisão sempre será da gente mesmo. de mais ninguem!
bjus.. bom feriadão!
;; Muito boa sua interpretação de sentimento .. concerteza vc esta bemm dedicada ao assuntoo .. para não ser muito estravagante .. apenas vou t dar os parabens por essa atitude grandiosa de poder fazer de seus momentos .. momentos de refelxão que concerteza vai aconselhar muita gente .. bjaumm